Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP, participa do 14ª Congresso Nacional da CUT

O coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim, participou nesta quinta-feira (19) da abertura do 14ª Congresso Nacional da CUT (CONCUT), no  auditório do Expo Center Norte, em São Paulo. O evento histórico para a classe trabalhadora contou com a participação de dois mil delegados e delegadas de todos os cantos do país, além de lideranças internacionais. Esse ano a CUT completa 40 anos de história e o Congresso acontece em um cenário de reconstrução do país, após anos de destruição de direitos trabalhistas, ataques à democracia e tentativas de enfraquecimentos dos movimentos sindicais, populares e sociais, orquestrados pela extrema direita.

Dividindo a mesa com lideranças sindicais e políticas do país como o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e o presidente da CUT, Sergio Nobre, e Maria Fernanda, da Marcha Mundial das Mulheres, Raimundo Bonfim parabenizou a luta e resistência travadas pela CUT ao longo desses 40 anos na defesa da classe trabalhadora.

“A Central Única dos Trabalhadores teve papel fundamental nesses 40 anos, sobretudo no último período quando a burguesia brasileira decidiu dar o golpe na presidenta Dilma com o objetivo de retirar direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. Desde o primeiro momento, a Central Única dos Trabalhadores contribuiu com o processo de articulação de importantes espaços de articulação como a  Frente Brasil Popular, Povo Sem Medo, Fórum das Centrais Sindicais, além da campanha Fora Bolsonaro – que foi a articulação responsável pelos  seis grandes protestos de 2021 por vacina no braço, comida no prato e pelo Fora Bolsonaro, exigindo o afastamento do genocida pelos crimes que cometeu no país. Por tudo isso, fiz questão de vir aqui cumprimentar e parabenizar a CUT”, disse.

Por fim, Bonfim ainda lembrou que, assim como a Central de Movimentos Populares, a CUT tem suas origens na Articulação Nacional dos Movimentos Populares e Sindicais (Anampos), fundada, em 1979, para congregar iniciativas das lutas por um projeto democrático-popular para o país.

“Neste ano, a CMP completa 30 anos de sua fundação. Nascemos na mesma esteira da CUT na luta por democracia, melhores condições de vida e por participação popular. Celebramos essas datas em um momento histórico de reconstrução do país, na luta por direitos, soberania, contra o fascismo, capitalismo e extrema direita. Juntos e juntas venceremos outra vez”, destacou.

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